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Saiba como fazer inseminação artificial em bovinos


Entende-se por inseminação artificial o ato de deposição do sêmen no útero da fêmea, por meio de materiais apropriados, invés de ocorrer a cópula com um touro, com a finalidade de concepção.
Na inseminação artificial, a monta é substituída pela colocação do sêmen no aparelho reprodutivo da vaca. Utiliza-se, para a inseminação artificial de bovinos, um aplicador, que é introduzido na vulva da fêmea, atravessa a vagina, a cérvix e permite a deposição do sêmen na entrada do útero.
O sêmen utilizado na inseminação é diluído. Isso porque, enquanto na monta grande parte dos espermatozoides se perde no trajeto entre a entrada da cérvix e o útero, na inseminação, o número de espermatozoides que chega ao útero da vaca é o mesmo contido numa dose de sêmen. É claro que a fecundação dependerá também da presença do óvulo fértil no útero.
manejo reprodutivo tem por objetivo fazer com que uma vaca tenha o maior número de crias ao longo de sua vida, garantindo o maior tempo de lactação possível. E, ainda, procura fazer com que as crias sejam animais geneticamente superiores. De forma geral, a inseminação tenta agir sobre estes dois aspectos: aproveitar ao máximo os cios da matriz, e fazer com que as crias tenham maior potencial produtivo, por conta do uso de sêmen de reprodutores melhoradores, a um custo relativamente baixo.
O avanço da inseminação artificial na pecuária brasileira tem sido intenso, o que demonstra que as vantagens oferecidas pela técnica são muito grandes. Entretanto, para que sua adoção seja um sucesso, é fundamental um bom treinamento para os responsáveis por sua aplicação na propriedade, quer sejam técnicos ou vaqueiros.
O curso “Inseminação Artificial em Bovinos – Convencional e em Tempo Fixo”, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, apresenta técnicas que possibilitarão omelhoramento genético e o aproveitamento máximo do cio da matriz. A coordenação técnica e científica do curso ficou a cargo do professor Luis Fonseca Matos, médico veterinário e doutor em produção animal, coordenador dos cursos de biotecnologia em reprodução bovina do CPT Cursos Presenciais e professor de biotecnologia da reprodução do curso de Medicina Veterinária da Univiçosa.

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