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quinta-feira, 22 de junho de 2017

De office boy a número um na América Latina

Crédito: Claudio Gatti

"Quando vem sólido, o crescimento de uma empresa gera prosperidade para as pessoas" Ronaldo Ferreira, vice-presidente da FMC Agrícola na América Latina e Caribe (Crédito: Claudio Gatti)

Conheça a trajetória de Ronaldo Pereira. Aos 44 anos, ele assumiu um dos maiores cargos na americana FMC Agrícola

Aos 14 anos, o paranaense Ronaldo Pereira, que completa 45 anos neste mês, conseguiu o emprego de office boy na multinacional americana Alcoa, em Londrina (PR). Logo depois, a empresa, uma das três maiores do mundo no setor de alumínio, o contratou para ser desenhista. Era o que constava em sua carteira profissional, em uma época na qual a lei permitia menores de idade nas empresas. “Na verdade, eu fazia orçamentos de esquadrias”, diz Pereira. “Meus pais até poderiam me sustentar, mas sou de uma família humilde, sem muitas posses. Queria trabalhar para começar a minha vida.”
O contato precoce com uma multinacional fez nascer em Pereira uma certeza: era em uma estrutura similar, uma grande e organizada empresa que ele apostaria as fichas de uma carreira profissional. O que ele não previa era que, ao se formar em engenharia agronômica na Universidade Estadual de Londrina, em 1994, trilharia toda a sua carreira em uma única empresa, no caso a americana de agroquímicos FMC Agrícola, com exceção de um ano no qual trabalhou para uma concorrente. Contratado como desenvolvedor de produto, o cargo mais comum para a entrada de agrônomos nesse mercado de trabalho, hoje Pereira ocupa um dos quatro cargos executivos mais importantes da multinacional FMC Agricultural Solutions, respondendo diretamente ao presidente mundial Mark Douglas, nos Estados Unidos. A receita global anual da companhia é de US$ 3,3 bilhões. Pereira assumiu o cargo de vice presidente mundial para a América Latina e Caribe, no início deste ano, acumulando o de diretor geral da FMC no Brasil. Sob o seu chapéu estão US$ 1,2 bilhão de faturamento.81
Em 20 anos, Pereira passou por oito posições de liderança e morou no México e nos Estados Unidos. Também esteve à frente de projetos inovadores para a companhia. Entre eles, sem ser do ramo, formou uma equipe global de cientistas, em uma posição que não existia na FMC. “Não me programei para ficar todo esse tempo em uma única empresa”, afirma o executivo. “Fiquei porque fui conseguindo o que eu queria, que era me desenvolver e realizar coisas novas.” Igor Schultz, um dos diretores da Flow Executive Finders e especialista na contratação de executivos para altos cargos de direção, diz que um profissional deve mudar de posição ou empresa quando enxergar perspectivas melhores, com proposta de valor. “Lógico que, se uma empresa oferece uma oportunidade, está aí o caminho”, diz Schultz. “O que normalmente o mercado enxerga como negativo é um profissional ficar sempre na mesma posição.” Para ele, na última década, as fusões e aquisições têm colocado um novo desafio no desenvolvimento de carreiras. Nesse ambiente, permanecer por muito tempo em uma mesma companhia é quase um lance de sorte. Por isso, segundo Schultz, é necessário determinar onde colocar o foco da carreira. “Não basta olhar a remuneração e o cargo, mas a perspectiva de carreira, para onde é possível caminhar.”
Pereira diz que tem essa percepção desde cedo, mesmo que no início de sua carreira ela não estivesse baseada em nenhuma teoria administrativa e de gestão. “No início, eu não sabia em que área iria trabalhar, mas desde que eu entrei na faculdade pensava em uma empresa de grande porte, uma multinacional”, afirma ele. “Porque me parecia que ali haveria oportunidade de desenvolvimento, de conhecer lugares. São empresas que investem em você.” Hoje, 600 profissionais estão sob o seu comando. No Brasil estão 400 e os demais, espalhados entre Argentina, México, Equador, Chile e outros países de seu bloco de gestão na FMC. Além de 11 executivos que o auxiliam na linha de frente da gestão do negócio, cerca de 100 agrônomos estão no campo.
De acordo com o executivo, atualmente a empresa passa por grandes transformações e que as oportunidades de desenvolvimento são gigantes. “Em um ambiente em movimento, gente bem humorada é fundamental”, afirma. “Mas principalmente que seja alinhada com a companhia, porque não acredito que se possa mudar os valores de uma pessoa.” Em 2016, a FMC comprou por US$ 1,8 bilhão a dinamarquesa Cheminova, multinacional de defensivos agrícolas. No início deste ano anunciou a aquisição do negócio de Proteção de Culturas da DuPont, por US$ 1,2 bilhão. As duas ações devem elevar a empresa para a posição de quinta maior do mundo no setor de agroquímicos. “É um novo momento, porque serão incorporadas duas mil pessoas em todo o mundo, das quais 250 serão no Brasil”, diz Pereira. Além disso, são 14 unidades de produção, com uma no Brasil, e 15 centros de pesquisa e desenvolvimento. “Quando vem sólido, o crescimento de uma empresa gera prosperidade para as pessoas”, afirma ele. “Eu, por exemplo, não consigo me ver assumindo posições acima da minha, mas há tantas oportunidades em passos laterais, em cargos equivalente em outras geografias, ou mesmo em áreas que ainda não existem na companhia. Mas, isso, lá no futuro.”

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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Cenário favorece produtor de leite

Cenário favorece produtor de leite
As importações brasileiras de lácteos vem apresentando trajetória de queda desde fevereiro de 2017. No caso do leite em pó, principal produto da pauta de importações, essa redução foi de 13% em março e de 42% em abril, na comparação com os mesmos meses de 2016. Nesse cenário, os volumes importados estão se aproximando da média dos últimos cinco anos. Esse resultado pode ser explicado pela redução da competitividade das importações frente ao leite brasileiro, fruto da valorização do produto no mercado internacional.
Desde março de 2017, o preço do leite em pó integral nos leilões da Global Dairy Trade (GDT) subiu 19%, fechando em US$ 3.312/t, no último evento ocorrido em 16 de maio. Com isso, a diferença entre o preço pago ao produtor brasileiro e o preço de importação do Mercosul caiu de US$ 0,19 em setembro (pico das importações em 2016) para US$ 0,04 em abril deste ano.
No mercado interno, o cenário para o produtor de leite continua favorável. A perspectiva de safra recorde de grãos no Brasil e o aumento dos estoques de milho e soja nos Estados Unidos resultaram em queda acentuada nos preços desses produtos. O preço da saca de 60 kg de milho, que chegou a R$ 51,48 em maio de 2016, fechou em R$ 27,79 em abril deste ano, segundo o indicador Cepea/USP.
Para o farelo de soja, a situação é semelhante. A tonelada do produto, que foi negociada em R$ 1.572,48 em junho de 2016, caiu para R$ 1.012,31 em abril último (Deral-PR). Essas reduções nos principais insumos para alimentação do rebanho contribuíram para diminuição do custo de produção, que está em queda desde setembro de 2016, segundo o Índice de Custo de Produção de Leite (ICPLeite/Embrapa). Nesse período, o ICPLeite reduziu 8,61%.
O preço do leite recebido pelos produtores continua em trajetória de valorização desde fevereiro. Em abril, o preço do leite, deflacionado pelo ICPLeite, ficou 10,8% acima do verificado no mesmo mês em 2016 (média nacional). Em valores nominais, essa alta foi de 13,1%. Entretanto, apesar da expectativa de novos aumentos nos preços pagos ao produtor, fruto do período de entressafra, espera-se ligeira valorização do leite em maio, mas com tendência de estabilidade nos meses seguintes.
A indústria está tendo dificuldades para grandes repasses de preços. No mercado Spot, o preço do leite tem subido lentamente, enquanto que no atacado, a cotação do leite UHT está praticamente estável. Assim, as margens atuais da indústria para o leite UHT estão abaixo da média dos últimos anos, sendo a situação ainda mais crítica para o queijo.
Por fim, é interessante registrar a valorização da manteiga no mercado mundial decorrente do aumento da demanda pelo produto. Mudanças de hábitos de consumo influenciadas pelo reconhecimento recente da comunidade científica dos benefícios da gordura do leite para a saúde, estimulou um salto no preço da manteiga nos últimos 12 meses, passando de US$ 2.697 para US$ 5.479/t, segundo os leilões da GDT.
Ressalva-se, contudo, que todo este cenário apresentado pode ser afetado pelo desenrolar do recente agravamento da crise política nacional e americana e suas consequências sobre a economia.
fonte: Revista Balde Branco

Criadores de MS mantêm o gado no pasto à espera de melhores preços

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Criadores de Mato Grosso do Sul estão em compasso de espera. O gado gordo é mantido no pasto à espera de melhores preços.
O criador Carlos Xavier está em busca de compradores de boi gordo, mas não consegue encontrar indústrias com uma boa oferta pela arroba. “Recebi no começo do ano, janeiro, fevereiro e março uma média de R$ 136 a arroba do boi. Hoje estão oferecendo R$ 122 para descontar funrural. Cai pra uns R$ 119”, diz o pecuarista.
A preocupação com o mercado aumenta a cada dia. O pecuarista tem cem animais prontos para o abate, mas decidiu segurar os lotes na fazenda até conseguir uma melhor negociação com os frigoríficos.
video

Nesta época do ano, Carlos costuma aumentar o número de animais confinados, mas hoje nem pensa nessa possibilidade. “Seria viável, agora, eu chegaria até aí num 400, 500 animais, mas você tem que esperar o mercado vê se dá uma normalizada para poder fechar o boi para engordar”, fala Carlos.
De janeiro até agora, o preço médio do boi gordo caiu 10% em Mato Grosso do Sul. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o preço do boi em São Paulo - referência para as cotações no país - caiu quase 5% em maio. A maior redução no mês, em quase 20 anos.

Para a economista Adriana Mascarenhas, a queda das cotações está relacionada a vários fatores. “Por exemplo, o problema da carne fraca que contribui para que o preço da arroba caísse. Nós temos o problema da conjuntura econômica onde existe o comprometimento da renda das famílias, que também contribui para essa queda de preço e recentemente tivemos aí o problema da JBS, que contribuiu muito para esse cenário negativo e esse sim é mais preocupante porque nós não sabemos ainda o tamanho do desdobramento de tudo isso".
Essa semana, em Ponta Porã, um frigorífico da JBS deu férias coletivas de 30 dias aos funcionários. A empresa disse, em nota, que o trabalho será normalizado em um mês. A JBS também anunciou que desde maio só compra animais com pagamento à prazo, mas não explicou o motivo.
O presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul, Jonatan Barbosa, explica que o momento é de cautela. “Nós, estamos deliberando e passando um apelo a todos os pecuaristas, que têm gado pronto para o abate, que venda o mínimo necessário, e só venda à vista. Temos que vender só aquilo que precisamos para pagar a conta".
fonte: Globo Rural

Em Itanhandu, produtores ganham eficiência em grupo

Em Itanhandu, produtores ganham eficiência em grupo
Por João Antônio dos Santos
As dificuldades vividas com o dia a dia da atividade leiteira levaram um grupo de 30 produtores de Itanhandu, sul de Minas Gerais, a mudar o modo de encarar a exploração, incorporando novos métodos e soluções no dia a dia da propriedade. A decisão está completando seis anos, tempo que serviu para avalizar de forma positiva os acertos da mudança e trazer de volta motivação, rentabilidade, e imprimir eficiência na lida com o rebanho e com sua produção.
Por traz do novo cenário, o grupo contou com apoio do Programa Edu¬campo, do Sebrae Minas, e do Laticínio Alhambra, empresa responsável pela captação de leite dos produtores envolvidos. Eles têm denominação diferenciada: Grupo Leite da Mantiqueira, e têm chamado a atenção de outros produtores da região interessados na mesma consultoria. Para Ana Maria Scarpa Nilo, produtora de leite, os novos indicadores vieram a partir de soluções aplicadas à gestão do negócio e correções no manejo alimentar e reprodutivo.
“As ações do Educampo foram rápidas e objetivas ao transferir conhecimento técnico para elevar a produtividade na produção de leite e de alimentos para o gado, e ainda auxiliar na gestão econômica da propriedade”, relata Ana. Já o responsável pela consultoria do programa, o engenheiro agrônomo Carlos Augusto Siguinolfi, observa que o plano de trabalho levou em conta as propriedades familiares da região, com média de 250 litros/dia e 8 litros por vaca/dia. “O comum era fornecer pastagem no verão, cana e silagem de milho no inverno, mais concentrado fornecido sem critério”, relata.
Quanto aos produtores do grupo, diz que, devido à silagem com qualidade aquém do desejável, eles forçavam a mão no concentrado, encarecendo muito o custo da alimentação. “O concentrado respondia por mais de 50% desse custo, enquanto a produtividade da silagem girava em torno de 20 t/ha”, diz. No diagnóstico das propriedades do grupo, Siguinolfi constatou que todos os produtores estavam com fluxo de caixa negativo, algo anormal se comparado a outros grupos assistidos pelo Educampo no Estado.
Já no quesito qualidade da matéria-prima, o grupo até que estava bem e recebiam bonificação por isso. A contagem de células somáticas, na média do grupo, era de 300 mil/ml, e a contagem bacteriana, por volta de 30 mil UFC/ml. Ana Scarpa assinala que a citada desmotivação inicial se juntava à resistência a mudanças e à adoção de novas tecnologias. “Alguns precisaram ser convencidos, pois do contrário não aguentariam permanecer na atividade por muito tempo. Foi o que demoliu as resistências”.
fonte: Revista Balde Branco

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Pesquisas sobre consumo de uva e derivados revelam benefícios para a saúde

Crédito: Foto: divulgação

Pesquisadores do Brasil, Estados Unidos, Espanha, França e Reino Unido, reunidos no III Simpósio Internacional Vinho e Saúde, em Bento Gonçalves (RS) apresentaram estudos que reforçam benefícios do consumo de uvas e seus derivados para a saúde. Tanto a fruta, quanto o suco puro e o vinho são considerados benéficos na prevenção, proteção e combate a doenças.
No evento, com cerca de 200 participantes da comunidade científica, foram divulgadas pesquisas, como a de benefícios transgeracionais (passados a descendentes) na prevenção ao câncer de mama, da doutora em bioquímica, Caroline Dani. Outro estudo, sobre o papel do consumo moderado do vinho, dieta balanceada e exercícios físicos e na prevenção de doenças cardíacas, foi apresentado pela especialista espanhola Rosa María Lamuela Raventós.
Efeitos do vinho na flora intestinal, na imunidade e no metabolismo humano foram analisados pelo cardiologista do Instituto do Coração (Incor/SP), Protásio Lemos da Luz, que estuda o tema há 18 anos. O champagne e sua relação com efeitos neuroprotetores e de memória, trabalho do pesquisador britânico David Vauzour também foi destaque da programação.
O simpósio aconteceu entre os dias 1º a 3, ficando marcado novo encontro para daqui a três anos. Doze palestrantes do país e do exterior trataram dos avanços em pesquisas científicas ligadas ainda ao câncer, obesidade e desempenho de esportistas. O evento incluiu, ainda, três minicursos e apresentações de 52 trabalhos acadêmicos inéditos.
Para o chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho, Mauro Zanus, investir nesse campo de investigação é a chave para a segurança e expansão da cadeia produtiva. “As informações interferem nas escolhas dos consumidores, provocando uma reação em cadeia. Os consumidores preferem comer e beber o que lhes faz bem”, avalia.
O III Simpósio Internacional Vinho e Saúde foi uma realização do Ibravin, com apoio da Associação Brasileira de Enologia (ABE), da Embrapa Uva e Vinho, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) – fundação do Ministério da Educação (MEC) – e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs).
Benefícios da uva e seus derivados:
– Prevenção de doenças cardiovasculares e redução da pressão arterial;
– Diminuição dos índices do mau colesterol (LDL) e aumento do bom colesterol (HDL) no sangue;
– Redução de danos oxidativos em estruturas cerebrais, podendo reduzir o risco do aparecimento de doenças neurodegenerativas como o Alzheimer e Parkinson;
– Melhora na cognição e na memória;
– Ajuda na prevenção de alguns tipos de câncer, como os de pulmão, intestino, mama e cólon;
– Favorece as funções hepáticas do fígado;
– Redução de riscos de doenças renais;
– Auxilia no combate à obesidade;
– Acelera o metabolismo, reduzindo o ácido úrico, e, consequentemente, combatendo a fadiga;
– Aumenta o desempenho de atletas;
– Melhora a circulação periférica favorecendo a nutrição para os músculos;
– Repara as células do corpo, reduzindo os efeitos do envelhecimento e auxiliando em doenças associadas ao envelhecimento;
– Auxilia no funcionamento da flora intestinal;
– Fortalece o sistema imunológico, já que possui ativos com poder anti-inflamatório e antimicrobiano.

fonte: Dinheiro Rural 

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Queijos: Potencial para dobrar produção

Queijos: potencial para dobrar produção

Atualmente, o consumo de queijos  no Brasil é de 5,4 kg por habitante/ano. A proposta da Abiq é alcançar 7,5 kg até 2020
O desafio de aumentar a produção e o consumo de queijos foi um dos temas abordados pelo presidente da Abiq-Associação Brasileira das Indústrias de Queijo, Fábio Scarcelli, no último dia 26 de maio, durante a Fenasul 2017, evento realizado no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio-RS, semana passada. A meta da entidade é, até 2020, chegar a um consumo de 7,5 kg de queijo per capita. Para 2030, o objetivo é atingir a marca de 9,6 kg. Atualmente, a média brasileira é 5,4 kg por pessoa. Na Argentina e Uruguai, o consumo é de 11 kg.
“A perspectiva é que o consumo vai continuar crescendo no médio prazo no País”, projeta Scarcelli, lembrando que, em 2009, cada brasileiro consumia, em média, 2,17 kg. Um dos entraves a ser superado, explica o dirigente, é ampliar a oferta de queijos nacionais no mercado. Para estimular a produção de novos rótulos e fomentar o consumo, alerta, é preciso antes buscar maior produção de matéria-prima.
“O caminho é tentar inovar e fazer parcerias mais fortes com os produtores”, indica Scarcelli. Atualmente, 35% da produção de leite do Brasil é destinada à fabricação de queijo. No Rio Grande do Sul, a fatia é de 25% da matéria-prima captada.
O caminho de estímulo à produção de queijos já vem sendo trilhado pelas indústrias gaúchas. Segundo o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, diversas empresas estão ampliando o mix de produtos e ofertando ao mercado queijos diferenciados. “Temos em produção no Rio Grande do Sul queijos de excelente qualidade, que não deixam em nada a desejar aos rótulos mais valorizados do mundo”.
Por Carolina Jardine/Sindilat RS 

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Safra brasileira de café deve recuar 7%, para 52,1 mi de sacas, estima USDA

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São Paulo, 22/5 – A produção brasileira de café na safra 2017/18 (julho-junho), em fase inicial de colheita, deve alcançar 52,1 milhões de sacas de 60 kg, o que corresponde a uma queda de cerca de 7% (4 milhões de sacas) em comparação com o período anterior (56,2 milhões de sacas). As projeções são do adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no Brasil, divulgadas em relatório anual.
A produção de arábica em 2017/18 deve atingir 40,5 milhões de sacas, uma queda de 11% em relação à safra anterior, uma vez que a maioria das áreas produtoras está no ciclo negativo da produção bienal (o café alterna ano de safra cheia com outro de safra menor). No entanto, “o florescimento adequado e as boas condições climáticas na maioria das regiões produtoras devem contribuir para os bons rendimentos esperados”, diz o USDA.
A safra de robusta está estimada pelo USDA em 11,6 milhões de sacas, 1,1 milhão de sacas a menos ante 2016/17. “Em virtude do contínuo déficit hídrico, os cafezais do Espírito Santo não recuperaram totalmente o potencial produtivo de anos anteriores”, observa o USDA.
Na quinta-feira passada (18), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou a segunda pesquisa sobre a safra brasileira de café 2017/18, a qual foi estimada em 45,5 milhões de sacas, representando uma redução de 11,3% em comparação com as 51,4 milhões de sacas de 2016/17. O café arábica, que corresponde a cerca de 78% do total produzido no País, deve recuar 18,3%. A produção deve atingir 35,4 milhões sacas. Já a safra de conilon, que responde por 22% do total produzido, deve registrar crescimento de 26,9% em relação ao ciclo anterior, com uma produção estimada de 10,1 milhões de sacas.
Com relação ao consumo interno, o departamento norte-americano projeta volume estável em 2017/18 (20,66 milhões de sacas, das quais 19,55 milhões de sacas em café torrado e moído e 1,11 milhão de sacas em café solúvel), em comparação com o período anterior. O resultado reflete “o abrandamento da economia brasileira e a mudança de padrões de consumo”.
A exportação brasileira de café, a maior do mundo, em 2017/18 também deve ficar estável, a 33,03 milhões de sacas (29,4 milhões de sacas de grão verde e 3,6 milhões de sacas em café solúvel), ante o período anterior.
O estoque de café no Brasil deve alcançar 3,88 milhões de sacas ao fim do período 2017/18, uma redução de 1,53 milhão de sacas em relação à safra anterior, por causa da “menor produção esperada”, conclui o USDA.
fonte: Istoé Rural

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Os olhos do dono engordam o boi

fotomontagem sobre foto de Murillo ConstantIno


A incrível história de Marcos Molina, que criou uma das maiores empresas globais de alimentos, muito além da pecuária

Marcos Molina, dono do Marfrig, confina bois na sua fazenda Jequitibá, em SP
Todos os fins de semana, o empresário Marcos Molina pega a estrada em direção à fazenda. Sai de São Paulo rumo à cidade de Porto Feliz, pela rodovia Castello Branco. Antes de chegar, no entanto, ele faz um pequeno desvio, faz um caminho um pouco mais longo e evita uma praça de pedágio. Assim, Molina economiza R$ 6. Este mesmo personagem, que controla cada centavo, construiu a mais meteórica história de sucesso do agronegócio brasileiro – e para isso não mediu esforços nem recursos. Movido a aquisições bilionárias, o Marfrig se transformou numa das maiores multinacionais brasileiras, com presença em vários países e receita prevista de R$ 10 bilhões neste ano. No fim de junho, Molina colocou mais uma vez a mão no bolso. Comprou, por R$ 65 milhões, a área de abate de perus da doux Frangosul. Foi a 36a aquisição nos últimos três anos, o que dá uma média de uma por mês. Mas a última foi especial. Carne pouco consumida no Brasil, o peru de Natal sempre foi um símbolo da competição entre Sadia e Perdigão – uma briga que não existirá mais, pois as empresas se fundiram e criaram a Brasil Foods. E, onde muitos empresários enxergariam um monopólio duro de ser batido, Molina vislumbrou uma oportunidade. “A fusão é boa para o Marfrig, pois nenhum supermercado vai querer comprar de um só fornecedor”, aposta ele.

frederic jean

Molina é essencialmente um vendedor, tarefa que ele desempenha desde os 16 anos, quando deixou o açougue do pai, em Mogi-Guaçu, no interior de São Paulo, para se transformar num distribuidor de carnes. E foi batendo de porta em porta que ele começou a entender a psicologia do consumo e a decifrar os desejos dos clientes. Hoje, o Marfrig é uma empresa onipresente. Quem estiver saboreando um bife de chorizo no Puerto madero, em buenos aires, provavelmente estará comendo um corte Marfrig. o mesmo vale para as carnes servidas nas churrascarias fogo de Chão e para os hambúrgueres do Mcdonald’s, assim como para os menus de vários restaurantes na inglaterra, na irlanda e na holanda, onde o Marfrig tem forte presença. “Nossa relação com o Molina começou em 2000, quando ele ainda nem tinha comprado seu primeiro frigorífico”, disse à DINHEIRO RURAL o empresário Arri Coser, dono do Fogo de Chão. “Ele se colocou à disposição para trazer cortes que não existiam no Brasil, viajou o mundo inteiro e ainda hoje nos liga para saber como a equipe dele está nos atendendo.” hoje, Molina entrega 65% das carnes consumidas no Fogo de Chão e, além de fornecedor, passou a ser amigo.
A história do dono do Marfrig é única, pois ele percorreu o caminho inverso ao dos seus concorrentes. Grupos como Friboi e Bertin nasceram no meio rural, na atividade pecuária, e depois se transformaram em grandes frigoríficos. o Marfrig já surgiu na ponta final, no varejo, e de lá veio descendo em direção ao campo. o primeiro frigorífico, o de Bataguassu, em Mato Grosso do Sul, foi arrendado em 2000 e, depois disso, Molina não parou de acelerar. hoje ele emprega 39 mil pessoas e tem 18 plantas de abates de bovinos, dez de abate de frangos, quatro de abate de cordeiros, além de 30 fábricas de produtos industrializados. Mas ele nem se enxerga mais como dono de abatedouros. na assembleia de acionistas realizada em 28 de abril, a razão social deixou de ser Marfrig Frigoríficos e passou a ser Marfrig alimentos. além disso, depois de passar pelo varejo e pela indústria, Molina cruzou a porteira. Sua propriedade em Porto Feliz, a Fazenda jequitibá, é um showroom do Marfrig, onde 6.788 animais das raças angus, brangus, red angus e nelore estão confinados. ela foi comprada de isaac Popoutchi, braço direito de Benjamin Steinbruch na CSN, e não será a única. Especula-se também que Molina estaria arrendando algumas das maiores fazendas de gado de Mato Grosso do Sul, onde passaria a ter um rebanho de mais de 100 mil cabeças.
Com tantos tentáculos em locais tão distantes, Molina transformou seu jato Hawker 800 no escritório. Ele passa mais tempo voando de uma fábrica a outra do que na sede do grupo, em São Paulo. uma das viagens mais recentes, a Cuiabá, em Mato Grosso, também ajuda a entender o estilo de Marcos Molina. ao lado do governador Blairo Maggi, ele anunciou que não comprará mais um quilo de carne de fornecedores com problemas ambientais no bioma amazônico. “Vamos excluir da lista de fornecedores qualquer proprietário que tenha uma única fazenda embargada”, disse Molina, que foi o primeiro a tomar essa decisão. assim, ele deu prova de estar sintonizado com os anseios dos varejistas e dos consumidores. a rede Mcdonald’s informou em nota “ter ficado satisfeita com a decisão do Marfrig”. o presidente do Wal-Mart, hector nuñez, também acompanha de perto os passos do grupo. “a concentração fortalece as empresas brasileiras, mas nossa política de compras sempre visa favorecer o consumidor final”, disse ele à dinheiro rural. isso significa que a Brasil Foods não terá vida fácil no varejo. e o Marfrig, que já possui várias marcas, como Bassi, Pena Branca, Mabella e daGranja, está se preparando para esse novo ambiente de competição. “Vamos ser a segunda maior empresa de alimentos do Brasil”, disse Molina. na verdade, o Marfrig terá a possibilidade até de se aproximar da Brasil Foods se for confirmada sua fusão com o grupo Bertin – este foi o grande rumor ventilado na última Feicorte, a maior feira de gado de corte da américa latina, em São Paulo. assim, Molina teria um pé em todas as proteínas animais, inclusive no leite, pois o Bertin recentemente comprou a Vigor – até o fechamento desta edição, no entanto, o negócio ainda não havia sido confirmado. “Com ou sem a fusão com a Bertin, o Marfrig continuará crescendo no Brasil e no mundo, pois tem uma gestão excepcional”, avalia Roberto Gianetti da Fonseca, presidente da abiec, a associação dos exportadores de carne.
Nesse processo meteórico de expansão, Marcos Molina contou com vários aliados. Um de seus maiores amigos, e também conselheiro, é ninguém menos que Márcio Cypriano, ex-presidente do Bradesco. o BNDES, capitaneado pelo economista luciano Coutinho, foi vital na internacionalização da empresa. em 2008, em troca de uma participação acionária, o BNDES injetou R$ 472 milhões no Marfrig, que ajudaram a bancar a compra das atividades do grupo oSi, fornecedor do Mcdonald’s, em vários países. a empresa foi também uma das primeiras do setor a levantar recursos no mercado de capitais – listado no novo Mercado da Bovespa, o Marfrig se valorizou 45% no primeiro trimestre deste ano. “o Marcos soube aproveitar muito bem o novo ambiente institucional brasileiro para crescer”, disse à DINHEIRO RURAL o economista Carlos Langoni, ex-presidente do Banco Central e um dos membros do conselho de administração do grupo. “A história dele mostra que as fortunas não dependem de heranças, mas de muito trabalho e persistência.”
R$ 10 bilhões será a receita do Marfrig neste ano. Isso se Marcos Molina parar de comprar empresas
Molina é também visto como um exemplo por vários líderes do agronegócio. “O modelo Marfrig é inspirador”, diz o criador José Carlos Bumlai, dono de um rebanho de mais de 100 mil cabeças. “Como tem um pé em vários setores do agronegócio, ele conseguiu construir um seguro natural para sua empresa, feito não no mercado financeiro, mas no próprio setor produtivo”, afirma. Se o boi vai mal, o frango vai bem. Se caem as exportações de frango, crescem as de suínos, e assim por diante. jonas Barcellos, dono da Fazenda Mata Velha, é também um dos grandes fornecedores de bois de corte para o Marfrig. “É uma empresa seríssima”, diz ele, lembrando ainda um aspecto curioso da relação entre pecuaristas e frigoríficos. “Sempre pesamos os nossos bois aqui na fazenda, antes do abate, e nunca houve uma divergência de peso com as balanças deles.” dono do grupo Brasif, que já controlou os free-shops nos aeroportos do Brasil, Barcellos também destaca a rapidez com que Molina toma suas decisões. Certa vez, ele sugeriu ao dono do Marfrig que passasse a vender carnes especiais nos free-shops. em uma semana, Molina já havia criado cortes e embalagens especiais.
Como funciona a empresa
Do campo à mesa: integrado, o Marfrig tem confinamentos e diversas plantas de abate. Sua carne está presente em vários restaurantes, como as redes de churrasco Fogo de Chão e o McDonald’s
O fundador do Marfrig também conta com uma boa retaguarda caseira. Sua esposa, Márcia aparecida dos Santos, é mais do que uma companheira. É também quem cuida de toda a parte financeira do grupo uma área que, por sinal, não tem desapontado os grandes investidores. Bancos de investimento, como Credit Suisse e itaú, têm recomendado a compra de ações do Marfrig. Num relatório distribuído a clientes, a analista Juliana Rozenbaum, do Itaú, ressaltou a velocidade na integração das empresas adquiridas, sem que isso gerasse pressões de custos. “a disciplina é o grande destaque”, disse ela. uma disciplina que só se encontra em pessoas predestinadas que, a caminho da fazenda, tomam um caminho um pouco mais longo para escapar de uma praça de pedágio e, assim, economizar R$ 6.
Com reportagem de Adriana Mattos e Nicholas Vital
fonte: Istoérural

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Que Delícia de Roça! Aprenda fazer arroz carreteiro

Resultado de imagem para arroz carreteiro
Ingredientes:
½ kg de carne seca;
250 g de lingüiça de carne de porco defumada;
100 g de toucinho defumado cortado em cubinhos;
3 colheres (sopa) de óleo;
1 dente de alho amassado;
1 cebola picada;
2 xícaras de arroz;
2 cubinhos de caldo de carne.
Modo de Preparo:
Cortar a carne em vários pedaços e deixar, de véspera, de molho, em bastante água.
Escorrer e enxugar.
Picar em cubinhos.
Retirar a pele da lingüiça, cortando-a em rodelas finas.
Fritar o toucinho, refogar o alho e a cebola.
Acrescentar a carne e a lingüiça, e fritando mais um pouco.
Acrescentar o arroz e o caldo de carne, dissolvido em 4 xícaras de água fervente.
Cozinhar em fogo baixo, em panela tampada, por 20 minutos.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Nos acordes de um líder

Nos acordes de um líder

 O engenheiro agrônomo e músico Eduardo Leduc, principal executivo da alemã Basf para a América Latina, mostra as notas que inspiram sua equipe

Aos 58 anos, o paulistano e engenheiro agrônomo Eduardo Leduc, vice-presidente sênior de Agricultura da Basf para a América Latina, ainda não conseguiu diminuir sua carga de trabalho. Como principal executivo da companhia na região, sua agenda está sempre lotada de compromissos. No início do mês passado, por exemplo, em apenas uma semana Leduc acompanhou uma de suas equipes ao México, discutiu os planos de 2016 para o mercado de hortaliças, realizou uma série de reuniões em São Paulo, além de arrumar tempo para um encontro de relacionamento com um produtor da região Sul, um dos grandes clientes da Basf. Ainda assim, Leduc encontrou tempo para ensaiar músicas com a sua segunda banda de pop-rock, a Chemical Jam, criada este ano e formada exclusivamente por colegas de trabalho. A primeira, a Rockberry, formada em 2006 com executivos de outras empresas, faz shows por São Paulo. A mais recente apresentação da banda aconteceu em junho deste ano, na B Music Bar, para um público de mais de 100 pessoas. “Faço tudo o que gosto”, diz Leduc. “Quero estar perto da minha equipe, aprecio o contato direto com os produtores rurais e a música é inspiradora para a minha vida.”
Sob o seu comando, Leduc tem uma equipe de cerca de 1,2 mil pessoas no Brasil, Argentina, Colômbia e México, quatro fábricas de defensivos agrícolas e 15 unidades de pesquisa. Hoje, o executivo diz não se assustar mais com o tamanho dos negócios agrícolas da companhia que faturou e5,4 bilhões globalmente, em 2014. Mas nem sempre foi assim. Desde que foi contratado pela Basf em 1984, ele passou por várias etapas – o que lhe deu experiência para lidar com grandes equipes. Até 1994, Leduc atuou nas áreas de venda e pesquisa no Brasil, assumindo na sequência posições na área de marketing na Alemanha, em 1995, e nos Estados Unidos, em 2000. Mas, para ele, nenhuma dessas experiências se compara ao que ocorreu há dez anos, ao se tornar vice-presidente da Basf no Brasil, empresa que no ano passado ficou em 14º lugar no ranking AS 500 MAIORES DA DINHEIRO RURAL. “Naquele momento senti que tinha um papel diferente dali para a frente”, diz. Na época, a Basf tinha uma equipe de 300 pessoas no País.
Leduc assumiu a unidade de negócio em um momento de crise na agricultura, provocada por uma severa seca que levou o setor a perdas estimadas em US$ 10 bilhões, na época, de acordo com o ministério da Agricultura. A safra 2004/2005 de grãos, prevista em 131 milhões de toneladas, foi consolidada com 114,7 milhões, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).“Além da seca, houve problemas de câmbio, o que gerou uma enorme inadimplência por parte dos produtores.” Naquela safra, os agricultores plantaram com o dólar super valorizado, a R$ 3,20, e colheram com a moeda americana em baixa, a R$ 2,40. Era preciso contar na carne, para readequar os negócios da Basf.
Assim, logo no primeiro ano no cargo, Leduc precisou demitir 53 pessoas de sua equipe, uma missão difícil para quem, como ele, aposta na criação de ambientes de negócios baseados no desenvolvimento de carreiras. De acordo com o consultor Artur Marinho, diretor executivo da Tempo Consulting, de São Paulo, empresa especializada em treinamento de executivos, para Leduc não havia outra saída. “Para garantir a sobrevivência do negócio, o líder tem de tomar medidas drásticas e só a ele cabe esse papel”, afirma Marinho. “O senso de direção e justiça, a busca de equilíbrio na equipe e a proposição ideias firmes e realistas são fundamentais na travessia de crises.”
O executivo afirma que essa experiência é refletida em suas ações até hoje. Nos últimos anos, ele acredita ter liderado uma equipe disposta a exercer o papel de consultores no campo, e que a venda de produtos é consequência dos ganhos do agricultor. Além disso, nasceu em sua equipe a ideia de uma campanha, na qual o homem do campo é o principal protagonista do sucesso do agronegócio. Desde 2010, a série de cinco filmes, com os temas Planeta Faminto e Agricultura – O Maior Trabalho da Terra já teve 8,8 milhões de visualizações nas redes sociais. O filme mais recente, lançado neste ano e que aborda o tema agricultura sustentável, foi visto 3,6 milhões de vezes. “No mundo todo, as unidades agrícolas da Basf passaram a utilizar em suas campanhas os mesmos slogans do Brasil”, diz Leduc. “Os filmes, que se tornaram uma marca digital para a empresa, são para mim, antes de tudo, a marca da equipe.”
fonte: IstoéRural

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